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DESENVOLVIMENTO E ACELERAÇÃO DE MULHERES RUMO A POSIÇÕES EXECUTIVAS

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Image by DISRUPTIVO

O “degrau quebrado”

Mulheres são 46% em cargos de coordenação e despencam para 14% nas gerências e diretorias. 

 

é uma plataforma de desenvolvimento para mulheres em nível inicial de liderança, com o objetivo de acelerar sua jornada rumo a uma posição gerencial.    

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A bequal é

e também

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Por que trabalhar especificamente com o desenvolvimento e aceleração de mulheres que estão no primeiro nível de liderança e almejam uma posição executiva?

Existe um degrau quebrado na ascensão de mulheres para posições de liderança.

Somos 46% em cargos de coordenação e despencamos para 14% nas gerências e diretorias.

O problema encontra-se exatamente entre a coordenação e a gerência. Muitas ficarão presas no primeiro nível de liderança se não fizermos algo diferente do que já vem sendo feito.

Por isso, desenvolvemos o Programa de Desenvolvimento e Aceleração de Mulheres que almejam a posição gerencial, o bequal leadership for woman.

 

O Programa de Lideranças Femininas bequal é diferente de qualquer outro curso ou formação de liderança. Ele é específico na medida em que desenvolve mulheres que estão no primeiro nível de liderança e é prático, pois ensina o que e como fazer para ascender a um nível de liderança executivo. 
 

+ 3 mil

pessoas impactadas

 

17

empresas parceiras

 

1º Lugar

Empresa mais inovadora do Brasil e Rising Star

Prêmio Whow! de Inovação

 

+ 100

lideranças femininas do mercado engajadas com a bequal

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Recado de Lideranças Femininas pra Você 

“Sou uma mulher, branca, hétero, cis, mãe, executiva e responsável pelo time de Gente na Raízen. Muitas pessoas me perguntam: "Paula, mas como você dá conta de ser executiva em uma das maiores empresas do Brasil, mãe de 4 filhos, ter marido e dois cachorros?". E a minha resposta sempre honesta é que eu não dou conta. É impossível a gente ser perfeita em tudo. Ser quem eu sou hoje foi uma escolha minha: escolhi estar em uma empresa desse porte, me esforcei muito para estar onde estou, quis ter meus filhos, mas aprendi que não seria perfeita em tudo.

 

Estou onde escolhi, com todos os ganhos e perdas dessas escolhas. Tem dias que falta leite e outros dias que eu preciso remanejar reuniões para estar com meus filhos e está tudo bem. Não que seja fácil, mas isso faz parte das minhas escolhas e também reconheço que tenho condições privilegiadas se comparada a maioria das mulheres brasileiras. Portanto, minha conversa aqui é que não há uma receita de bolo. Cada uma de nós temos uma responsabilidade nessa jornada de evolução do lugar feminino.

 

Como uma mulher em uma estrutura executiva, eu me sinto responsável por abrir caminhos para as que passarão pela mesma jornada que a minha. E também me preocupo em deixar a mensagem de sermos mulheres possíveis. Me vejo hoje na Raízen em uma jornada bacana de construção de um ambiente de respeito, com cada vez mais representatividade. Inclusive, recentemente, assumimos o compromisso de ter 30% de mulheres em cargos de liderança até 2025, e eu estou fazendo parte dessa mudança.

 

Quero trabalhar para termos um ecossistema com mais pluralidade e equidade, o que inclui ter mais mulheres na liderança. Vamos assumir esse lugar de protagonismo, deixando claros nossos desejos e limites, com respeito e sem culpa: não existe um modelo perfeito a seguir. O importante é ter certeza que fizemos NOSSO melhor. A partir das ambições e expectativas NOSSAS e não de atender a papéis sociais que tentam nos impor. Podemos ser do tamanho que quisermos! Que nossos sonhos sejam sempre muito altos e que nossa luta seja por essa realização e plenitude."

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Paula Benevides, VP de RH da Raízen

"Iniciei minha carreira na Gerdau em 2008, como especialista. Um ano depois meu gestor viu em mim um potencial para gerir processos e pessoas e, embora eu não tivesse aspiração para ser gestora, confiei na percepção dele e aceitei o desafio. Foi então que eu me encontrei profissionalmente!

Tive novas oportunidades e novos desafios sistematicamente e, embora eu nunca me sentisse plenamente preparada, sempre aceitei! Aprendi, desde o início, que eu precisava me empoderar e aceitar as oportunidades que apareciam.

Sempre me dediquei por inteiro, dei o melhor de mim. Nunca me contentei em fazer o suficiente, queria sempre fazer o melhor que podia!

E quando a maternidade chegou pra mim, já com 38 anos, eu precisei me reinventar, pois eu não conseguia mais dedicar tanto tempo ao trabalho como antes.

O momento do retorno da licença maternidade foi meu maior desafio. Meu dilema foi pessoal, pois sempre tive excelentes gestores e trabalho numa empresa, Gerdau, que respeita minha maternidade. Mas eu sempre me dediquei muito pra ser uma boa profissional e, de repente, eu tinha a sensação de que não era nem boa profissional e nem boa mãe.

Mesmo após me tornar mãe, continuei me incentivando a aceitar novos desafios. Minha última movimentação de carreira me trouxe pra Minas Gerais; mudei minha família toda pela oportunidade de aprender com novas pessoas, novos processos e nova cultura.

Fazendo uma reflexão, acredito que três fatores foram os que mais impulsionaram minha carreira: dedicação para entregar sempre meu melhor, coragem de aceitar desafios para os quais eu não me sentisse plenamente pronta e uma busca incessante pro ser melhor a cada dia, melhor como pessoa, como mãe e como profissional.

Se posso deixar aqui um conselho que eu adoraria ter recebido há 10 anos: tenha paciência consigo mesma nos momentos de fraqueza, fracasso ou incerteza! E seja persistente, você está fazendo o melhor que pode e tudo se ajeita no final!"

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Claudia Serantoni, Gerente Geral de Tecnologia de Aços na Gerdau

"Gosto de me apresentar como mãe da Sara e Sofia, executiva de Recursos Humanos com mais de 25 anos de experiência em diversos setores (Unilever, Greenpeace, Novartis, GSK, Kantar Ibope Media e Nubank). Sou apaixonada por inclusão/ESG e atuo como conselheira de ONGs (Instituto Catalisador, Associação Prato Cheio e Specialisterne). 

Cresci acompanhando a trajetória profissional de meus pais como empresários e a rotina de atender clientes, inovar nos produtos, transpor os desafios e estar sempre a frente de um mercado em constante transformação. Também cresci sentindo muito orgulho da minha mãe, que sempre foi um exemplo equilibrando suas responsabilidades com a família, com a empresa e clientes, navegando aparentemente com facilidade por todos esses papéis.
 
Em 2011, com o nascimento de Sara, minha primeira filha, me senti em metamorfose, tanto profissional, quanto pessoal. Buscando entender quem eu era neste cenário e como lidar com todas as emoções e responsabilidades, os temas de empoderamento feminino, inclusão e diversidade se tornaram ainda mais importantes para mim. Sempre participei ativamente destas iniciativas, mas de uns anos para cá essa voz vem ganhando força em todas as esferas e busco estar presente em fóruns e grupos de discussão para mover esta pauta. É muito interessante ver a Sara crescer e desafiar os estereótipos. Ela é uma menina moleca, cuja cor favorita é azul e gosta de andar de skate.
 
Em muitas situações de minha carreira fui a única mulher em uma sala de reunião sempre busquei ter coragem e ser autêntica para não deixar que os vieses inconscientes limitassem meu potencial. Não é uma jornada fácil. Busquei muito apoio em mentores e líderes inspiradores para transpor momentos difíceis. 

A diversidade vai além das questões de gênero e dos aspectos visíveis. Todos nós somos únicos e diferentes uns dos outros, mas podemos ser melhores quando existe inclusão. Gosto muito de uma frase que diz “diversidade é convidar para a festa, inclusão é chamar para dançar” da qual confesso não saber o autor, mas que esclarece bem os conceitos." 

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Suzana Kubric, VP de Recursos Humanos do Nubank